Especialista em Psicologia Organizacional e do Trabalho; Psicólogo Clínico; Consultor Organizacional

sexta-feira, 20 de maio de 2011

ATITUDE - mola propulsora do sucesso!


Saiba como se auto-determinar e fazer a diferença  no mercado de trabalho; tome uma atitude empreendedora e faça a diferença  naquilo que você tem de melhor. Você mesmo!

Lembre-se que fazer o que todo mundo faz não o torna excelente diante dos outros; seja ousado e conquiste seu espaço no mundo globalizado. Acredite em você!

ATITUDE - mola propulsora do sucesso!
dia 25/05 (quarta-feira) - às 19 horas
Local: Auditório da ETE Carpina


As inscrições para a palestra ATITUDE - mola propulsora do sucesso! poderão ser feitas na Ótica Sant'Ana (81) 3622 0482 com Jacilene. 

Não perca esta oportunidade.
Estaremos esperando por você.

segunda-feira, 25 de abril de 2011


Todos os dias, uma formiga chegava cedinho ao escritório 

e pegava a sério no trabalho 
A formiga era produtiva e feliz.
O gerente besouro estranhou a formiga trabalhar sem supervisão.
Se ela era produtiva sem supervisão, seria ainda mais se fosse supervisionada. 


E colocou uma barata,
que preparava belíssimos relatórios e tinha muita experiência, como supervisora.
A primeira preocupação da barata foi a de padronizar o horário de entrada e saída da formiga. 


Pouco depois, a barata precisou de uma secretária para ajudar a preparar os relatórios
e contratou também uma aranha
para organizar os arquivos e controlar as ligações telefónicas.
O besouro ficou encantado com os relatórios da barata e pediu também gráficos com indicadores e análise das tendências que eram mostradas em reuniões.
A barata, então, contratou uma mosca,
e comprou um computador com impressora colorida. Logo, a formiga produtiva e feliz, começou a lamentar-se de toda aquela movimentação de papéis e reuniões!
O besouro concluiu que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga produtiva e feliz, trabalhava.


O cargo foi dado a uma cigarra,
que mandou colocar uma carpete no seu escritório e comprar uma cadeira especial..
A nova gestora cigarra logo precisou de um computador e de uma assistente,
a pulga (sua assistente na empresa anterior)
para ajudá-la a preparar um plano estratégico de melhorias e o controlo do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava e cada vez ia ficando mais aborrecida


A cigarra, então, convenceu o gerente besouro, que era preciso fazer um estudo do clima. 

Mas, o besouro, ao rever as contas, deu-se conta de que a unidade na qual a formiga trabalhava já não rendia como antes
e contratou a coruja,
uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico da situação. A coruja permaneceu três meses nos escritórios e emitiu um volumoso relatório, com vários volumes, que concluía:
Há muita gente nesta empresa!!
E adivinhe quem o besouro mandou demitir? 


A formiga, claro, porque andava muito desmotivada e aborrecida.


sábado, 2 de abril de 2011

Você é um profissional que faz parte do grupo dos 5% ?


Apenas 5% dos profissionais estão na categoria de extraordinários.
Semana passada assisti um vídeo do consultor Max Geringher que me fez lembrar um antigo texto que fala sobre a diferença entre as pessoas que fazem muito sucesso e aquelas que não fazem tanto sucesso assim.
Gostaria de compartilhar primeiramente o texto com você e no final do artigo disponibilizo um link para você ver o vídeo que me fez relembrar deste rico ensinamento.
Vamos ao texto:
Um velho professor entrou na sala e imediatamente percebeu que iria ter trabalho para conseguir silêncio. Com grande dose de paciência tentou começar a aula pedindo um pouco mais de silêncio, mas ninguém daquela turma se preocupou em atendê-lo.
Com certo constrangimento, o professor tornou a pedir silêncio educadamente. Não adiantou muito, pois os alunos ignoraram a solicitação e continuaram firmes com a animada conversa dentro da sala de aula. Foi aí que o velho professor perdeu a paciência e decidiu tomar uma atitude mais drástica.
- Agora prestem atenção, porque eu vou falar isso uma única vez - disse, levantando a voz e um silêncio carregado de culpa se instalou em toda a sala e o professor continuou.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Como a falta de inteligência emocional pode afetar carreiras


Contratados pelo currículo, demitidos pela atitude

É preciso que, antes de qualquer coisa, percebamos o efeito que nossos comportamentos estão tendo sobre as pessoas no ambiente de trabalho

Diversos são os motivos que levam as empresas a demitirem seus funcionários. Uma pesquisa realizada pela Catho, em 2009, com 12.122 profissionais de empresas privadas de todo o Brasil, revelou os principais fatores para a demissão no país. Segundo o levantamento, dentre as cinco primeiras razões, três estão relacionadas à personalidade.

O estudo aponta que, além dos motivos relacionados à incompetência e à falta de resultados, também estão as questões comportamentais, como o mau relacionamento com o grupo, falta de dinamismo e inaptidão para a liderança. Se prestarmos a devida atenção à questão, podemos perceber que o fato tem grande relação com a falta de Inteligência Emocional.

Até o lançamento do livro "Estruturas da Mente", do psicólogo americano Howard Gardner, em 1983, para a grande maioria das pessoas, a inteligência era atribuída a pessoas com alto QI (Quociente de inteligência). Gardner confrontou este paradigma, mostrando em seus estudos que as pessoas são habilidosas de diferentes formas, e que nem todos aprendem da mesma maneira. Dentre as inteligências múltiplas apresentadas pelo psicólogo, as que tratam da capacidade do indivíduo se relacionar com as pessoas e consigo mesmo, somadas, resultam no QE, ou Inteligência Emocional.

Normalmente, o baixo QI tende a limitar o crescimento profissional, já o baixo QE pode destruir uma carreira, por mais alto que seja seu QI. As pessoas com pouca inteligência emocional têm um autoconhecimento limitado, e esse é o maior problema. Normalmente, este indivíduo não tem consciência de seus comportamentos, e tem dificuldade em avaliar o impacto que suas atitudes causam nos demais. Como consequência, costuma ser egocêntrico, lidar mal com o estresse, ter baixa tolerância a frustrações, além das outras questões comportamentais citadas na pesquisa como razões para demissão.

  Konstantin Grebnev/ iStockPhoto   
    
  
É preciso que, antes de qualquer coisa, percebamos o efeito que nossos
comportamentos estão tendo sobre as pessoas no ambiente de trabalho 
  


Eduardo Ferraz - é consultor em Gestão de Pessoas e especialista em treinamentos e consultoria In Company, com aplicações práticas de Neurociência. Possui mais de 30.000 horas de experiência em empresas que precisam de diagnósticos e resultados rápidos. É pós-graduado em Direção de Empresas pelo ISAD PUC-PR e especializado em Coordenação e Dinâmica de Grupos pela SBDG. Autor do livro "Por que a gente é do jeito que a gente é?", da Editora Gente. Para mais informações, acesse: www.eduardoferraz.com.br