Especialista em Psicologia Organizacional e do Trabalho; Psicólogo Clínico; Consultor Organizacional

segunda-feira, 25 de abril de 2011


Todos os dias, uma formiga chegava cedinho ao escritório 

e pegava a sério no trabalho 
A formiga era produtiva e feliz.
O gerente besouro estranhou a formiga trabalhar sem supervisão.
Se ela era produtiva sem supervisão, seria ainda mais se fosse supervisionada. 


E colocou uma barata,
que preparava belíssimos relatórios e tinha muita experiência, como supervisora.
A primeira preocupação da barata foi a de padronizar o horário de entrada e saída da formiga. 


Pouco depois, a barata precisou de uma secretária para ajudar a preparar os relatórios
e contratou também uma aranha
para organizar os arquivos e controlar as ligações telefónicas.
O besouro ficou encantado com os relatórios da barata e pediu também gráficos com indicadores e análise das tendências que eram mostradas em reuniões.
A barata, então, contratou uma mosca,
e comprou um computador com impressora colorida. Logo, a formiga produtiva e feliz, começou a lamentar-se de toda aquela movimentação de papéis e reuniões!
O besouro concluiu que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga produtiva e feliz, trabalhava.


O cargo foi dado a uma cigarra,
que mandou colocar uma carpete no seu escritório e comprar uma cadeira especial..
A nova gestora cigarra logo precisou de um computador e de uma assistente,
a pulga (sua assistente na empresa anterior)
para ajudá-la a preparar um plano estratégico de melhorias e o controlo do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava e cada vez ia ficando mais aborrecida


A cigarra, então, convenceu o gerente besouro, que era preciso fazer um estudo do clima. 

Mas, o besouro, ao rever as contas, deu-se conta de que a unidade na qual a formiga trabalhava já não rendia como antes
e contratou a coruja,
uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico da situação. A coruja permaneceu três meses nos escritórios e emitiu um volumoso relatório, com vários volumes, que concluía:
Há muita gente nesta empresa!!
E adivinhe quem o besouro mandou demitir? 


A formiga, claro, porque andava muito desmotivada e aborrecida.


sábado, 2 de abril de 2011

Você é um profissional que faz parte do grupo dos 5% ?


Apenas 5% dos profissionais estão na categoria de extraordinários.
Semana passada assisti um vídeo do consultor Max Geringher que me fez lembrar um antigo texto que fala sobre a diferença entre as pessoas que fazem muito sucesso e aquelas que não fazem tanto sucesso assim.
Gostaria de compartilhar primeiramente o texto com você e no final do artigo disponibilizo um link para você ver o vídeo que me fez relembrar deste rico ensinamento.
Vamos ao texto:
Um velho professor entrou na sala e imediatamente percebeu que iria ter trabalho para conseguir silêncio. Com grande dose de paciência tentou começar a aula pedindo um pouco mais de silêncio, mas ninguém daquela turma se preocupou em atendê-lo.
Com certo constrangimento, o professor tornou a pedir silêncio educadamente. Não adiantou muito, pois os alunos ignoraram a solicitação e continuaram firmes com a animada conversa dentro da sala de aula. Foi aí que o velho professor perdeu a paciência e decidiu tomar uma atitude mais drástica.
- Agora prestem atenção, porque eu vou falar isso uma única vez - disse, levantando a voz e um silêncio carregado de culpa se instalou em toda a sala e o professor continuou.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Como a falta de inteligência emocional pode afetar carreiras


Contratados pelo currículo, demitidos pela atitude

É preciso que, antes de qualquer coisa, percebamos o efeito que nossos comportamentos estão tendo sobre as pessoas no ambiente de trabalho

Diversos são os motivos que levam as empresas a demitirem seus funcionários. Uma pesquisa realizada pela Catho, em 2009, com 12.122 profissionais de empresas privadas de todo o Brasil, revelou os principais fatores para a demissão no país. Segundo o levantamento, dentre as cinco primeiras razões, três estão relacionadas à personalidade.

O estudo aponta que, além dos motivos relacionados à incompetência e à falta de resultados, também estão as questões comportamentais, como o mau relacionamento com o grupo, falta de dinamismo e inaptidão para a liderança. Se prestarmos a devida atenção à questão, podemos perceber que o fato tem grande relação com a falta de Inteligência Emocional.

Até o lançamento do livro "Estruturas da Mente", do psicólogo americano Howard Gardner, em 1983, para a grande maioria das pessoas, a inteligência era atribuída a pessoas com alto QI (Quociente de inteligência). Gardner confrontou este paradigma, mostrando em seus estudos que as pessoas são habilidosas de diferentes formas, e que nem todos aprendem da mesma maneira. Dentre as inteligências múltiplas apresentadas pelo psicólogo, as que tratam da capacidade do indivíduo se relacionar com as pessoas e consigo mesmo, somadas, resultam no QE, ou Inteligência Emocional.

Normalmente, o baixo QI tende a limitar o crescimento profissional, já o baixo QE pode destruir uma carreira, por mais alto que seja seu QI. As pessoas com pouca inteligência emocional têm um autoconhecimento limitado, e esse é o maior problema. Normalmente, este indivíduo não tem consciência de seus comportamentos, e tem dificuldade em avaliar o impacto que suas atitudes causam nos demais. Como consequência, costuma ser egocêntrico, lidar mal com o estresse, ter baixa tolerância a frustrações, além das outras questões comportamentais citadas na pesquisa como razões para demissão.

  Konstantin Grebnev/ iStockPhoto   
    
  
É preciso que, antes de qualquer coisa, percebamos o efeito que nossos
comportamentos estão tendo sobre as pessoas no ambiente de trabalho 
  


Eduardo Ferraz - é consultor em Gestão de Pessoas e especialista em treinamentos e consultoria In Company, com aplicações práticas de Neurociência. Possui mais de 30.000 horas de experiência em empresas que precisam de diagnósticos e resultados rápidos. É pós-graduado em Direção de Empresas pelo ISAD PUC-PR e especializado em Coordenação e Dinâmica de Grupos pela SBDG. Autor do livro "Por que a gente é do jeito que a gente é?", da Editora Gente. Para mais informações, acesse: www.eduardoferraz.com.br 


domingo, 27 de março de 2011

Pedras no caminho?

Você pode ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não se esqueça de que sua vida é a maior empresa do mundo e você pode evitar que ela vá a falência. Há muitas pessoas que precisam, admiram e torcem por você. Gostaria que você sempre se lembrasse de que ser feliz não é ter um céu sem tempestade, caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas, relacionamentos sem desilusões. Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros. Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a tristeza. Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos. Não é apenas ter júbilo nos aplausos, mas encontrar alegria no anonimato. Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um “não”. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta. Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples que mora dentro de cada um de nós. É ter maturidade para falar “eu errei”. É ter ousadia para dizer “me perdoe”. É ter sensibilidade para expressar “eu preciso de você”. É ter capacidade de dizer “eu te amo”. É ter humildade da receptividade. Desejo que a vida se torne um canteiro de oportunidades para você ser feliz…
E, quando você errar o caminho, recomece.
Pois assim você descobrirá que ser feliz não é ter uma vida perfeita. Mas usar as lágrimas para irrigar a tolerância. Usar as perdas para refinar a paciência. Usar as falhas para lapidar o prazer. Usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência.
Jamais desista de si mesmo.
Jamais desista das pessoas que você ama.
Jamais desista de ser feliz, pois a vida é um espetáculo imperdível, ainda que se apresentem dezenas de fatores a demonstrarem o contrário.

Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo...

Fernando Pessoa

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Encontro Pedagógico no Senac Ceará

Encontro pedagógico no Ceará

21/01/2011

Supervisores pedagógicos, docentes e monitores das Unidades Senac de Fortaleza, Guaramiranga, Iracema, Aldeota, Aquiraz e Itapipoca participaram do encontro pedagógico Cuidando do Educador para um Novo Mundo, realizado de 10 a 12 de janeiro no Senac Centro. O mesmo evento ocorre ainda de 17 a 19 de janeiro, no município de Cariri, e de 31 de janeiro e 2 de fevereiro no Senac Sobral.

Realizado anualmente, o encontro tem como propósito promover o desenvolvimento de competências pedagógicas com vistas ao fortalecimento do capital intelectual do grupo de educadores para a materialização do projeto político-pedagógico do Senac/CE ao longo de 2011.

Segundo Mazza Maciel, diretora de Educação Profissional do Regional, o encontro debateu a questão do trabalho com foco em competência, formação continuada do professor, entre outros assuntos: “Nessa edição, olhamos o modelo de competências com uma perspectiva diferente, ou seja, partindo do olhar do educador para o outro”.

No primeiro dia, foi realizada uma mesa-redonda com Sandro Diniz, chefe da Unidade Senac Centro de Pernambuco; Leila Oliveira Di Pietro, responsável pelo suporte didático pedagógico do Senac Santa Catarina; e uma das consultoras pedagógicas do Senac/CE, Rochely Silva. Durante os demais dias, os participantes se dividiram nas oficinas: Currículo por Competências (na foto), Avaliação por Competência e Cuidando do Educador.



Acesse o site do Senac Ceará




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Lafepe promove integração de 45 funcionários

Lafepe promove integração com 45 novos funcionários




Pela primeira vez em sua história o Laboratório Farmacêutico do Estado de Pernambuco (Lafepe), promoverá uma semana de integração com os novos funcionários da empresa. Aprovados em recente concurso realizado pela instituição, os 45 novos lafepianos conhecerão boa parte da fábrica de medicamentos.



Além da tradicional apresentação da diretoria e equipes técnicas, haverá também uma série de palestras e apresentações das normas internas de cada setor. O processo está dividido em dois momentos. No primeiro, que será realizado amanhã (16) e sexta (17), a partir das 8h, o diretor técnico Industrial, Dr. Davi Santana, juntamente com o coordenador do Recursos Humanos, Ranieré Brayner, mostrarão todo o organograma do Lafepe, o regimento interno e apresentação dos coordenadores responsáveis por cada setor.



Já a segunda parte da integração será entre os dias 20 e 24 onde os novatos terão apresentações sobre Segurança do Trabalho, Boas Práticas/Produção e Controle, Ética e Motivação. Haverá também uma rápida palestra com o Mestre em área comportamental, Sandro Diniz, que é professor do Senac e proferirá assuntos sob o tema Ética e Motivação – Gerenciando a Qualidade.



Dentre os palestrantes do próprio Lafepe estarão Valdirene Pereira e Célia Bezerra (DIVAP e DIDEP), Rita de Cássia (COADM), Alexsandra Xavier (COINF), Quitéria Barreto, Joaquim Pedro e Maria Catarina Lopes (DISET), Flávia Patrícia e Amanda Tatiane (COQUA).





http://www.lafepe.pe.gov.br/LAFEPE/Imagens/topo_logo.jpg