Especialista em Psicologia Organizacional e do Trabalho; Psicólogo Clínico; Consultor Organizacional

sábado, 2 de abril de 2011

Você é um profissional que faz parte do grupo dos 5% ?


Apenas 5% dos profissionais estão na categoria de extraordinários.
Semana passada assisti um vídeo do consultor Max Geringher que me fez lembrar um antigo texto que fala sobre a diferença entre as pessoas que fazem muito sucesso e aquelas que não fazem tanto sucesso assim.
Gostaria de compartilhar primeiramente o texto com você e no final do artigo disponibilizo um link para você ver o vídeo que me fez relembrar deste rico ensinamento.
Vamos ao texto:
Um velho professor entrou na sala e imediatamente percebeu que iria ter trabalho para conseguir silêncio. Com grande dose de paciência tentou começar a aula pedindo um pouco mais de silêncio, mas ninguém daquela turma se preocupou em atendê-lo.
Com certo constrangimento, o professor tornou a pedir silêncio educadamente. Não adiantou muito, pois os alunos ignoraram a solicitação e continuaram firmes com a animada conversa dentro da sala de aula. Foi aí que o velho professor perdeu a paciência e decidiu tomar uma atitude mais drástica.
- Agora prestem atenção, porque eu vou falar isso uma única vez - disse, levantando a voz e um silêncio carregado de culpa se instalou em toda a sala e o professor continuou.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Como a falta de inteligência emocional pode afetar carreiras


Contratados pelo currículo, demitidos pela atitude

É preciso que, antes de qualquer coisa, percebamos o efeito que nossos comportamentos estão tendo sobre as pessoas no ambiente de trabalho

Diversos são os motivos que levam as empresas a demitirem seus funcionários. Uma pesquisa realizada pela Catho, em 2009, com 12.122 profissionais de empresas privadas de todo o Brasil, revelou os principais fatores para a demissão no país. Segundo o levantamento, dentre as cinco primeiras razões, três estão relacionadas à personalidade.

O estudo aponta que, além dos motivos relacionados à incompetência e à falta de resultados, também estão as questões comportamentais, como o mau relacionamento com o grupo, falta de dinamismo e inaptidão para a liderança. Se prestarmos a devida atenção à questão, podemos perceber que o fato tem grande relação com a falta de Inteligência Emocional.

Até o lançamento do livro "Estruturas da Mente", do psicólogo americano Howard Gardner, em 1983, para a grande maioria das pessoas, a inteligência era atribuída a pessoas com alto QI (Quociente de inteligência). Gardner confrontou este paradigma, mostrando em seus estudos que as pessoas são habilidosas de diferentes formas, e que nem todos aprendem da mesma maneira. Dentre as inteligências múltiplas apresentadas pelo psicólogo, as que tratam da capacidade do indivíduo se relacionar com as pessoas e consigo mesmo, somadas, resultam no QE, ou Inteligência Emocional.

Normalmente, o baixo QI tende a limitar o crescimento profissional, já o baixo QE pode destruir uma carreira, por mais alto que seja seu QI. As pessoas com pouca inteligência emocional têm um autoconhecimento limitado, e esse é o maior problema. Normalmente, este indivíduo não tem consciência de seus comportamentos, e tem dificuldade em avaliar o impacto que suas atitudes causam nos demais. Como consequência, costuma ser egocêntrico, lidar mal com o estresse, ter baixa tolerância a frustrações, além das outras questões comportamentais citadas na pesquisa como razões para demissão.

  Konstantin Grebnev/ iStockPhoto   
    
  
É preciso que, antes de qualquer coisa, percebamos o efeito que nossos
comportamentos estão tendo sobre as pessoas no ambiente de trabalho 
  


Eduardo Ferraz - é consultor em Gestão de Pessoas e especialista em treinamentos e consultoria In Company, com aplicações práticas de Neurociência. Possui mais de 30.000 horas de experiência em empresas que precisam de diagnósticos e resultados rápidos. É pós-graduado em Direção de Empresas pelo ISAD PUC-PR e especializado em Coordenação e Dinâmica de Grupos pela SBDG. Autor do livro "Por que a gente é do jeito que a gente é?", da Editora Gente. Para mais informações, acesse: www.eduardoferraz.com.br 


domingo, 27 de março de 2011

Pedras no caminho?

Você pode ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não se esqueça de que sua vida é a maior empresa do mundo e você pode evitar que ela vá a falência. Há muitas pessoas que precisam, admiram e torcem por você. Gostaria que você sempre se lembrasse de que ser feliz não é ter um céu sem tempestade, caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas, relacionamentos sem desilusões. Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros. Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a tristeza. Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos. Não é apenas ter júbilo nos aplausos, mas encontrar alegria no anonimato. Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um “não”. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta. Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples que mora dentro de cada um de nós. É ter maturidade para falar “eu errei”. É ter ousadia para dizer “me perdoe”. É ter sensibilidade para expressar “eu preciso de você”. É ter capacidade de dizer “eu te amo”. É ter humildade da receptividade. Desejo que a vida se torne um canteiro de oportunidades para você ser feliz…
E, quando você errar o caminho, recomece.
Pois assim você descobrirá que ser feliz não é ter uma vida perfeita. Mas usar as lágrimas para irrigar a tolerância. Usar as perdas para refinar a paciência. Usar as falhas para lapidar o prazer. Usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência.
Jamais desista de si mesmo.
Jamais desista das pessoas que você ama.
Jamais desista de ser feliz, pois a vida é um espetáculo imperdível, ainda que se apresentem dezenas de fatores a demonstrarem o contrário.

Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo...

Fernando Pessoa

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Encontro Pedagógico no Senac Ceará

Encontro pedagógico no Ceará

21/01/2011

Supervisores pedagógicos, docentes e monitores das Unidades Senac de Fortaleza, Guaramiranga, Iracema, Aldeota, Aquiraz e Itapipoca participaram do encontro pedagógico Cuidando do Educador para um Novo Mundo, realizado de 10 a 12 de janeiro no Senac Centro. O mesmo evento ocorre ainda de 17 a 19 de janeiro, no município de Cariri, e de 31 de janeiro e 2 de fevereiro no Senac Sobral.

Realizado anualmente, o encontro tem como propósito promover o desenvolvimento de competências pedagógicas com vistas ao fortalecimento do capital intelectual do grupo de educadores para a materialização do projeto político-pedagógico do Senac/CE ao longo de 2011.

Segundo Mazza Maciel, diretora de Educação Profissional do Regional, o encontro debateu a questão do trabalho com foco em competência, formação continuada do professor, entre outros assuntos: “Nessa edição, olhamos o modelo de competências com uma perspectiva diferente, ou seja, partindo do olhar do educador para o outro”.

No primeiro dia, foi realizada uma mesa-redonda com Sandro Diniz, chefe da Unidade Senac Centro de Pernambuco; Leila Oliveira Di Pietro, responsável pelo suporte didático pedagógico do Senac Santa Catarina; e uma das consultoras pedagógicas do Senac/CE, Rochely Silva. Durante os demais dias, os participantes se dividiram nas oficinas: Currículo por Competências (na foto), Avaliação por Competência e Cuidando do Educador.



Acesse o site do Senac Ceará




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Lafepe promove integração de 45 funcionários

Lafepe promove integração com 45 novos funcionários




Pela primeira vez em sua história o Laboratório Farmacêutico do Estado de Pernambuco (Lafepe), promoverá uma semana de integração com os novos funcionários da empresa. Aprovados em recente concurso realizado pela instituição, os 45 novos lafepianos conhecerão boa parte da fábrica de medicamentos.



Além da tradicional apresentação da diretoria e equipes técnicas, haverá também uma série de palestras e apresentações das normas internas de cada setor. O processo está dividido em dois momentos. No primeiro, que será realizado amanhã (16) e sexta (17), a partir das 8h, o diretor técnico Industrial, Dr. Davi Santana, juntamente com o coordenador do Recursos Humanos, Ranieré Brayner, mostrarão todo o organograma do Lafepe, o regimento interno e apresentação dos coordenadores responsáveis por cada setor.



Já a segunda parte da integração será entre os dias 20 e 24 onde os novatos terão apresentações sobre Segurança do Trabalho, Boas Práticas/Produção e Controle, Ética e Motivação. Haverá também uma rápida palestra com o Mestre em área comportamental, Sandro Diniz, que é professor do Senac e proferirá assuntos sob o tema Ética e Motivação – Gerenciando a Qualidade.



Dentre os palestrantes do próprio Lafepe estarão Valdirene Pereira e Célia Bezerra (DIVAP e DIDEP), Rita de Cássia (COADM), Alexsandra Xavier (COINF), Quitéria Barreto, Joaquim Pedro e Maria Catarina Lopes (DISET), Flávia Patrícia e Amanda Tatiane (COQUA).





http://www.lafepe.pe.gov.br/LAFEPE/Imagens/topo_logo.jpg

Call Center um dos maiores empregadores de Pernambuco

» TELEMARKETING

Mil vagas abertas todos os meses

Publicado em 22.11.2010

Setor de call center se torna um dos maiores empregadores de Pernambuco. Atualmente, por exemplo, há 1.700 vagas abertas esperando candidatos

Leonardo Spinelli

lspinelli@jc.com.br



O setor de call center emprega muita gente, tanto que hoje chegou-se a um cenário em que, se a pessoa tem ensino médio, só fica desempregada se quiser. O sindicato dos trabalhadores da área, o Sinttel, estima que as quatro maiores empresas do setor em Pernambuco, ao lado das de menor porte, geram, na média, 1.000 empregos diretos todos os meses. Este mês de novembro, por exemplo, o segmento está com cerca de 1.700 vagas em aberto, a maioria para trabalhar na Contax, a maior empresa de contact center do País, com 25,2% do mercado, segundo a consultoria IDC Brasil.

O motivo para a grande oferta no setor é a sua rotatividade de funcionários e também a expansão do negócio. A Contax, por exemplo, está erguendo uma segunda torre no Bairro de Santo Amaro onde deverá abrigar mais 8 mil atendentes, que serão somados aos 12 mil já empregados pela empresa em suas outras unidades do Recife. “Hoje o segmento já é observado como um dos principais em empregabilidade”, comenta o instrutor do Senac, Sandro Diniz. A instituição mantém um curso de três meses para treinamento de pessoal na área e forma 50 pessoas a cada trimestre, número insuficiente para atender a demanda das empresas. “Quem faz o curso já sai empregado”, comenta Diniz.

A necessidade de pessoal é tão grande que não há como pedir experiências anteriores. Apesar de o Senac oferecer treinamento, uma das principais vantagens para se tentar uma oportunidade nas empresas de atendimento ao consumidor é que elas não exigem práticas anteriores. Além de se configurar como um acesso fácil ao mercado de trabalho formal – que significa carteira assinada, assistência médica e odontológica e benefícios legais como vale transporte e alimentação –, há outra grande vantagem para os trabalhadores: a jornada de trabalho é de 6 horas diárias. Bom para quem tem família pra cuidar ou para quem quer bancar os estudos.

“Compensa trabalhar porque dá para cuidar dos filhos, ser dona de casa também. Chego para trabalhar às 17h40 e largo à meia-noite. Neste horário temos van para nos levar em casa, por isso não é perigoso”, comenta a atendente Márcia Sales, de 32 anos, depois de 5 meses trabalhando em call center. Ela passou 8 anos trabalhando na parte administrativa do Imip, mas admite que preferiu trocar de emprego por conta da flexibilidade do horário de seis horas dá à sua vida.

Sua colega Jéssica Nascimento, de 19 anos, tem uma relação diferente com o trabalho de call center. Ela é estudante de pedagogia e relata que o emprego de seis horas é ideal para conseguir conciliar estudo com trabalho. “É minha primeira experiência no mercado de trabalho e está sendo muito boa para mim. Isso porque se eu estivesse no comércio, seria mais difícil, porque tem hora extra e no final de ano as coisas pioram”, diz, relatando que seu salário de pouco mais de um salário ajuda na sua vida pessoal se desvinculando dos pais. “Eu faço Universidade Federal e não pago mensalidade. Mas tem muitos colegas que pegam o salário para pagar os estudos”, relata.

Na média, os contratados de primeiro emprego formam 40% da força de trabalho das empresas de call center. É o caso da Provider, uma das quatro grandes com atuação local. Tendo experiência, ou não, o fato é que cada atendendente tem de passar por treinamentos, senão os básicos, mas com certeza os específicos de cada área de atendimento.

“A cada minuto o profissional tem de ter um relacionamento com alguém do outro lado da linha. Não exige esforço físico, mas é um trabalho árduo. É necessário manter o controle emocional, ter paciência para explicar as coisas, saber das respostas habituais. Em Caruaru, onde empregamos 2 mil pessoas, elas foram treinadas também para questões previdenciárias, pois realizamos o atendimento do INSS por lá. Atendimento ao público é uma tarefa difícil”, admite o diretor de RH da Provider, Wellington Maciel. A empresa tem 100 vagas em aberto a cada mês. “A partir dos 18 anos estamos contratando. Há o processo seletivo e depois um mês de treinamento. Exigimos segundo grau completo, boa fluência verbal e habilidade com relacionamento”, comenta.

Maciel defende que o chamado turnover (mudança de funcionários) não é tão grande assim no setor. Segundo ele, sua empresa vem investindo na política de incentivo e reconhecimento, inclusive distribuindo lucro para os associados a partir de 2011. Os melhores conseguem subir alguns degraus. “A grande maioria dos nossos empregados tem mais de 3 anos de casa. O pessoal que está há mais tempo consegue se tornar monitor, supervisor, coordenador e pode chegar à gerência.”, disse. Segundo Diniz, do Senac, um cargo de supervisor no segmento paga, na média, R$ 1.200.

Curso no Senac deixa o candidato pronto

Publicado em 22.11.2010

Apesar de ser relativamente fácil ser contratado, o Senac oferece curso trimestral ao custo de R$ 396 divididos em três parcelas. A vantagem é que depois do treinamento, não há como não ser selecionado para o trabalho. “O Senac é uma instituição reconhecida pelo mercado. Além disso, o aluno terá aqui a base tecnológica. Ele tem uma formação completa e vai para seleção sabendo como vai ser, pois todos os professores atuam na área”, explica a instrutora Azenilda Cabral, que tem 35 anos de experiência na área.

Basicamente o treinamento do Senac passa pelos assuntos de ética no trabalho e cidadania, as etapas dos processos seletivos das empresas, postura profissional, cuidados com saúde e comunicação verbal, linguagem e pronúncia. Cuidados com a voz e fundamentos em informática para operadores de telemarketing, e claro, prática na função dentro do call center da própria instituição.

Segundo o Sinttel, a Contax emprega atualmente 12 mil pessoas e deverá chegar a 20 mil com o novo prédio de Santo Amaro. A CSU, que opera o SAC da TIM tem outros 4.000 profissionais e a Datamétrica mais 2.500. A Provider, a única das grandes que mantém uma unidade no interior, emprega só em Caruaru 2.000 profissionais. O Sindicato contabiliza mais de 20 mil pessoas empregadas no setor.



Ocupação exige muito dos trabalhadores

Publicado em 22.11.2010

Nem tudo são flores para as pessoas que decidem se profissionalizar no ramo de telemarketing. Segundo o sindicato da categoria há muitas denúncias dos trabalhadores com relação com relação a problemas de saúde, as chamadas doenças ocupacionais e até de assédio moral. “Pela natureza do trabalho, os funcionários recebem muita pressão. Tanto dos clientes, que já ligam para reclamar de algum serviço, quanto dos superiores que pressionam por cumprimento de metas”, diz o diretor jurídico do Sinttel, Anchieta Couto.

“Apesar da carga horária ser excelente, às vezes há exigências que não foram acordadas anteriormente. Temos de fazer dois tipos de atendimento e isso estressa. O ideal era que ficássemos com um tipo de assunto para tratar com os clientes e isso não acontece”, comenta uma funcionária do atendimento da Contax.

Outra questão polêmica dentro do segmento são as horas de trabalho. Pela lei, os funcionários de call center têm de trabalhar seis horas por dia, com 40 minutos de descanso. Mas muitas empresas descontam 20 minutos da folga dos funcionários, que têm de trabalhar 6h20. Segundo o sindicato, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) já reconhece este tipo de desconto como legal. “Num acordo tripartite (governo, trabalhadores e empresas) ficou-se acordado que metade dos minutos de descanso teria de ser pago pelos funcionários”, diz Couto. Ou seja, na prática os atendentes têm 10 minutos de pausa uma hora depois do início da jornada, mais 20 minutos depois de 3 horas e mais 10, uma hora antes do fim do expediente. Algumas empresas cobram que seus funcionários passem mais 20 minutos depois do horário.

Apesar de ser hoje um dos maiores empregadores do Brasil, a profissão de atendente de telemarketing não é regulamentada pela legislação trabalhista do País. Projeto de Lei 2.673/2007, que traz a regulamentação da profissão, ainda tramita na Câmara federal. A nova legislação traria vantagens para os trabalhadores do setor, como definição de piso salarial (hoje definido em acordos coletivos e, na média, pagando um salário mínimo), definição do nome da função e jornada de trabalho.

Fonte: Jornal do Commercio

Geração de empregos em Telemarketing

Quarta - 16/06/10 19h23, atualizado em 16/06/10 20h30

Telemarketing é um dos setores que mais geram vagas de emprego em Pernambuco

No Estado, cerca de 30 mil profissionais atuam no setor e a estimativa é de 900 novas vagas em 2010

Da Redação do pe360graus.com

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Foto: Reprodução / TV Globo



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Setor de telemarketing cresce e impulsiona outros nichos

O setor de telemarketing está na lista dos que mais geram vagas de emprego em Pernambuco e no Brasil. Nos últimos três anos, o número de contratações em todo o país aumentou 235%, de acordo com a Associação Brasileira de Telemarketing.



Os operadores de telemarketing podem receber reclamações, tirar dúvidas, fazer cobranças, divulgar produtos, promoções, fechar vendas... tudo por telefone. Em Pernambuco, cerca de 30 mil profissionais atuam no setor e a estimativa é de 900 novas vagas em 2010.



Na Agência do Trabalhador de Jaboatão, a oferta atual é de 400 vagas. Para cada uma, vão ser encaminhadas três pessoas, portanto 1.200 candidatos devem participar da seleção. Nesse caso, são seis horas de trabalho, salário de R$ 510,00, vale-transporte e vale-refeição.



A gerente de Promoção de Trabalho e Renda de Jaboatão, Akemi Morimura, falou sobre o perfil do profissional: “A profissão de telemarketing, prioritariamente, é voltada para jovens de 18 a 24 anos. Mas esse perfil tem mudado, uma vez que as empresas pedem pessoas com mais experiência”.



Por conta desse mercado aquecido, o Senac vem aumentando a quantidade de cursos pra preparar operadores de telemarketing. A procura é grande: todo ano, são formadas, pelo menos, 500 pessoas, só na unidade do Recife. Foram iniciadas também turmas para treinar supervisores de call center.



“Ele é um curso de aperfeiçoamento. Como pré-requisito para participar, os alunos têm que atuar há pelo menos um ano em call center ou ter realizado o curso de operador de telemarketing. A demanda desse curso é significativa, uma vez que existe a profissão, mas não existia a certificação”, informou o instrutor-chefe do Senac, Sandro Diniz.